SEQUÊNCIA DIDÁTICA:
“POTENCIALIDADES E
LIMITAÇÕES DO ENFOQUE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE NO ENSINO DE
ELETRICIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL”
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Objetivos gerais:
› Compreender
sobre a origem e as propriedades da eletricidade;
› Desenvolver
a criticidade, emancipação e a autonomia do aluno no processo de
ensino-aprendizagem;
›
Analisar a viabilidade da abordagem Ciência, Tecnologia e Sociedade no ensino
de Física na Educação Básica;
› Problematizar
o balanço benefício-malefício da relação CTS que permita o aluno dialogar e
propor soluções;
›
Estimular a pesquisa aplicada em sala de aula;
›
Evidenciar a captação de significados, compreensão, capacidade de explicar,
de aplicar o conhecimento para resolver situações- problema e a produção do
material de pesquisa pelos alunos.
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Série: 9º ano do Ensino Fundamental
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Conteúdo: Eletricidade
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Tempo estimado: 10 horas/aula.
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Metodologia:
A construção da sequência didática fundamenta-se nos três momentos
pedagógicos propostos por Delicoizov, Angotti & Pernambuco (2009, p.
200).
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MOMENTO PEDAGÓGICO
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AULA
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TÓPICOS
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1. Problematização
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1
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Importância dos Eletrônicos, Sustentabilidade dos
Recursos Energéticos, Eletricidade Estática, Questionário Inicial e Retomada
Histórica da eletricidade.
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2. Organização do conhecimento
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2
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Perigos das Descargas Elétricas, Atração e Repulsão
de Cargas Elétricas, Experimentação com Eletroscópios e Questionário Sobre Acidentes
Elétricos.
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3
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Corrente Elétrica e DDP.
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4
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Faraday, Simulador Algodoo, Voltagem e Geração
Elétrica.
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5
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Custo
Ambiental das Usinas Eólica, Solar, Nuclear, Biomassa, Termoelétrica e
Hidrelétrica.
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6
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Resistividade Elétrica e Fusível Elétrico.
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3. Aplicação do conhecimento
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7
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Dinâmica RPG.
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8
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Cadastramento de E-mail.
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9
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Recomendações
de Segurança e Consumo Consciente de Energia Elétrica.
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10
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Organização do Folder e Aplicação do Questionário
Final.
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1ª AULA
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Tempo estimado: 1Hora/aula
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Material necessário: Revistas, jornais, questionário
individual inicial, Computador e projetor, conexão à internet, 20 cm de Cano PVC, flanela,
papel picado, garrafa pet com água, bacia, lata de alumínio vazia, barbante,
base e haste de madeira, pena de ave, textos de apoio individual 1 e 2.
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1ª ETAPA: Contextualizando a energia elétrica
Ø Abordar o lado indispensável da energia elétrica
para sustentar o modelo de vida da sociedade moderna.
Ø
Pesquisar e recortar em revistas e jornais (fornecidos
pelo professor) os principais produtos eletrônicos que os estudantes conhecem
e se utilizam no cotidiano.
Ø
Confeccionar um painel com as imagens selecionadas pela
classe.
Ø Realizar uma discussão sobre o assunto.
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2ª ETAPA: Problematizando a geração de eletricidade
Ø Realizar um questionamento para os alunos explicarem
como operam esses aparelhos eletrônicos pesquisados nos periódicos.
Ø Convidar os alunos a explicarem como é gerada a
energia elétrica que permite a utilização de diversos equipamentos.
Ø Permitir aos educandos trazerem seu saber acumulado,
analisando seus posicionamentos mediados pelos questionamentos propostos.
Ø Considerar uma realidade futurística
pré-estabelecida: problematizando a situação de ausência da energia elétrica.
Nesse cenário levantaremos uma discussão, cessando o fornecimento impede o
funcionamento desses equipamentos, delimitando uma rotina de constantes
apagões existentes nas cidades, podendo inclusive provocar a sobrecarga e
queima dos circuitos desses aparelhos. Qual seriam as alternativas de solução
para o problema?
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TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE ESCLARECIDO
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“O respeito
devido à dignidade humana exige que toda pesquisa se processe após
consentimento livre e esclarecido dos sujeitos, indivíduos ou grupos que por
si e/ou por seus representantes legais manifestem a sua anuência à
participação na pesquisa” (Resolução no196/96-IV, do CNS).
Eu,
_____________________________________________________________, pai/mãe ou
responsável pelo estudante: ______________________________________________________________________,
turma:__________, idade:______, ( ) autorizo a participar como voluntário
(a) do estudo: “POTENCIAL E
LIMITAÇÕES DO ENFOQUE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE DO ENSINO DE
ELETRICIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL” que se destina a analisar uma estratégia pedagógica moderna que
oportunize a aprendizagem de Física realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental
Sagrado Coração de Jesus no turno da manhã no dias x de x de 2016,
com duração de dez(10) horas/aulas pelo professor Ricardo Goulart Caporal Filho,
que poderá usar os materiais (projetos, imagens digitalizadas das atividades
experimentais, filmagem das apresentações, relatórios e produções) referentes
aos Trabalhos colaborados e produzidos pela sequência didática em sua
dissertação de mestrado e demais meios de publicação.
Ø O estudo será feito da
seguinte maneira: Questionários, Manipulação de modelos experimentais,
Pesquisa aplicada sobre segurança, consumo e eletricidade, Produção de
folheto informativo, Analise dos benefícios-malefícios da energia elétrica;
Ø Os riscos para o estudante são mínimos tais como: Timidez
por expressão oral diante dos colegas, desinteresse por tecnologias e
Desconforto pela substituição temporária da professora regente pelo professor
pesquisador;
Ø Os benefícios de sua participação serão as
contribuições para a melhoria das práticas pedagógicas, proporcionando uma
aprendizagem mais significativa e prazerosa;
ENDEREÇO
DO RESPONSÁVEL PELA PESQUISA:
Instituição: UPF- Universidade de Passo Fundo.
Endereço: BR 285, Km 292,7 -
Bairro São José, Passo Fundo - RS, CEP: 99052-900.
_________________________________
Assinatura
|
3ª
ETAPA: Verificando o conhecimento inicial
Ø Responder um questionário impresso individual sobre
eletricidade.
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GARANTIA DE SIGILO DAS INFORMAÇÕES:
Ø
Para
garantia do resguardo das informações dadas em confiança e da proteção contra
a identificação dos alunos participantes.
Ø
Os alunos receberão um número (código) para utilização
no questionário inicial e final.
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QUESTIONÁRIO INDIVIDUAL INICIAL:
|
QUESTIONÁRIO INICIAL
DISPONIVEL NOS FORMULÁRIOS Google
(https://goo.gl/VAzVR9)
|
Código: _________________
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Escreva o que você sabe:
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Como você define eletricidade?
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Como pode ser gerada uma corrente
elétrica?
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Onde
você utiliza a eletricidade?
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Os aparelhos eletro-eletrônicos possuem selo ambiental
de acordo com o seu consumo?
|
Como podemos
economizar energia elétrica em casa?
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Você já sentiu um choque elétrico?
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A eletricidade é uma energia limpa?
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O desperdício de energia elétrica pode prejudicar o
planeta?
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Quais são os tipos de usinas de geração de energia
elétrica?
|
Cite alguns prejuízos/malefícios
causados pelo consumo de energia elétrica:
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Dê uma sugestão de
geração alternativa de energia:
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4ª ETAPA: Histórico da energia elétrica
Ø Assistir um documentário da historia da
eletricidade.
VÍDEO:
Ø Entregar um texto individual 1 sobre a história da
energia elétrica.
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A
história da energia elétrica
Foi descoberta por um filosofo grego chamado Tales de Mileto na Grécia Antiga, ele
esfregou um pedaço de âmbar a um pedaço de pele de carneiro, observou que o âmbar adquiriu a
característica de atrair partículas (pequenos e leves objetos como palhas,
madeiras, penas, etc.). Do âmbar (gr. élektron) surgiu mais tarde o nome eletricidade.
As pesquisas
sobre a energia elétrica avançaram nos últimos milênios.
➔
1672: Otto Von Guericke criou uma
máquina geradora de cargas elétricas em atrito com terra seca.
➔
1722: Stephen Gray passou a distinguir elementos condutores e
isolantes de energia elétrica.
➔
Século XVIII: com a evolução das máquinas geradoras é inventado o
disco rotativo de vidro; com isso, Ewald Georg Von Kleist e Petrus van
Musschenbroek, independentes, descobrem o condensador: dois
condutores elétricos separados por um isolante que tinha o objetivo de armazenar
carga elétrica; também foi inventado por Benjamin Franklin, o pára-raios.
➔
1800: Alessandro Volta inventou o primeiro gerador estático de
energia elétrica denominada de Pilha de Volta.
➔1802: Humphry
Davy, após as experiências que culminaram na decomposição da água em
1 átomo de Oxigênio e 2 de Hidrogênio (eletrólise), separa eletronicamente o
sódio e o potássio.
➔
1831: Michael Faraday descobriu que variando a intensidade da
corrente elétrica que percorre um circuito fechado induz em uma bobina próxima
uma corrente elétrica.
➔
1836: John Frederic Daniell desenvolveu a famosa Pilha de Daniell;
mesma época das pilhas de Georges Leclanché e na mesma época
que Raymond Louis Gaston Planté inventou a bateria recarregável.
➔
1875: Instala-se em Gare du Nord, Paris, um gerador
objetivando acender as lâmpadas de arco da estação.
➔
1886: Foi instalada nas Cataratas do Niágara a primeira
hidrelétrica que se tem notícia.
➔
1850: Começou a fabricação de fios cobertos por um isolante (guta-percha
vulcanizada ou mesmo uma camada de pano).
➔
1873: James Clerk Maxwell publicou o tratado sobre eletricidade e
magnetismo.
➔
1885: Heinrich Hertz passou a desenvolver estudos sobre as propriedades
das ondas eletromagnéticas geradas por uma bobina de indução.
➔1901: Através do uso
das ondas de rádio em seu telégrafo sem fio, Guglielmo Marconi envia
a primeira mensagem de rádio através do Atlântico.
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5ª
ETAPA: Eletricidade estática
Ø Assistir o vídeo sobre geração de eletricidade
estática por atrito (Estática PPGECM-UPF turma 2014).
VÍDEO PPGECM TURMA 2014:
Ø Organizar a turma em 5
grupos menores e disponibilizar os materiais para as experimentações;
Ø Grupo1: Simular a experimentação de eletrização em
sólidos por contato assistida no vídeo. Repulsão e atração: Cano PVC+flanela=Atrai papel picado
(estática).
Fonte: ASSIS, 2010, p.15.
Ø Grupo2: Testar suas variações de atração da carga
estática ao aproximar o cano PVC atritado de um fio de água da torneira Repulsão
e atração: Cano
PVC+flanela=Atrai filamento de água (eletricidade estática).
Fonte: ASSIS, 2010, p.25.
|
Ø Grupo 3: Aproximar o cano PVC atritado de uma poça de água sobre a classe. Repulsão
e atração: Cano
PVC+flanela=Atrai poça de água (estática).
Fonte:
ASSIS, 2010, p.26.
Ø Grupo 4: Aproximar o cano PVC atritado de uma lata de alumínio vazia sobre a
classe. Repulsão e atração: Cano PVC+flanela=Atrai lata de alumínio (estática).
Fonte:
ASSIS, 2010, p.24.
|
Ø Grupo 5: Aproximar o cano PVC atritado de uma pena de ave. Repulsão e atração: Cano PVC+flanela=Atrai pena de
galinha (estática).
Fonte: ASSIS, 2010, p.82.
Ø Explicar o fenômeno durante as diferentes situações
procedimentais experimentadas nos cinco grupos.
Ø Discutir os resultados com o grande grupo.
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Ø Disponibilizar um texto de apoio sobre a introdução
ao princípio da eletricidade.
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TEXTO DE APOIO 2: Introdução à Eletricidade
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No espaço tudo o que
ocupa lugar é matéria. A matéria, por sua vez, é constituída por partículas
muito pequenas chamadas de átomos.
Os átomos por sua vez também são constituídos por partículas subatômicas: elétron,
próton e nêutron. O elétron é uma partícula com carga
negativa (-), fundamental da eletricidade. Os elétrons estão girando ao redor
do núcleo do átomo em trajetórias concêntricas denominadas de órbitas. No
núcleo encontramos dois tipos de partículas: os prótons e os nêutrons. Os prótons
são partículas com carga positiva fundamental (+) e de igual
valor absoluto que a do elétron. Os nêutrons são partículas sem carga
elétrica. È o número de prótons no núcleo que determina o número atômico
daquele átomo. No seu estado natural um átomo está sempre em equilíbrio elétrico, ou
seja, contém o mesmo número de prótons e elétrons. Em outras
palavras, o efeito das cargas positivas dos prótons é anulado pelo das cargas
negativas dos elétrons, isto torna o átomo natural neutro. As cargas
elétricas interagem através de forças: cargas contrárias se atraem e cargas
iguais se repelem. A força de atração
entre os prótons e os elétrons que mantém os elétrons em movimento ao redor
do núcleo. São as forças responsáveis por fenômenos produzidos pela eletricidade
(Relâmpagos, Aurora Boreal, etc.). A eletricidade é uma forma de energia.
Modelo
Atômico atual
Fonte: SPALDING,
DA FONSECA & PÉREZ, 2014, p.18.
|
2ª AULA
|
Tempo estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: Computador, projetor, conexão à internet,
uma borracha, alfinete, caneta esferográfica de material transparente, 20 cm
de cano PVC, uma flanela, penas de aves, uma base de apoio de madeira, alguns
canudinhos de plástico, um alfinete, um colchete, 20 cm de cano de PVC, uma
flanela, barbante, uma bolinha de isopor pequena, papel alumínio, 20 cm de
cano de PVC, questionário sobre acidentes elétricos e texto de apoio
individual 3.
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1ª ETAPA: A
força elétrica
Ø Assistir o vídeo sobre descargas elétricas e os
perigos da eletricidade.
VÍDEO: Descargas elétricas: raios
|
2ª ETAPA: Simulação de repulsão e atração de cargas
Ø Visualizar as partículas no simulador
computadorizado Algodoo nas
condições de atração e repulsão.
VÍDEO:
|
3ª ETAPA: Lei de Coulomb
Ø Organizar três grupos para atividade procedimental,
Ø Orientar para confeccionarem os aparatos
experimentais.
Ø Oferecer os materiais necessários.
Ø Grupo 1: Produzirá um eletroscópio simples
(utilizando uma borracha, alfinete, caneta esferográfica de material
transparente, 20 cm de cano PVC, uma flanela e penas de aves).
Fonte: ASSIS, 2010, p.41.
|
Ø Grupo 2: Construirá um versório (utilizando uma base
de apoio de madeira, alguns canudinhos de plástico, um alfinete, um colchete,
20 cm de cano de PVC e uma flanela).
Fonte: ASSIS, 2010, p.40.
Ø Grupo 3: Construirá um pêndulo elétrico (utilizando
um pedaço de barbante, uma bolinha de isopor pequena, papel alumínio e 20 cm
de cano de PVC.).
Fonte: ASSIS, 2010, p.77.
|
4ª
ETAPA: Cargas elétricas
Ø Alunos experimentarem as cargas nos diferentes
grupos formados na sala.
Ø Disponibilizar um texto de apoio com a definição
conceitual sobre as cargas elétricas.
|
TEXTO
DE APOIO 3:
|
Cargas
elétricas
Segundo a moderna teoria atômica alguns átomos são capazes de
ceder elétrons e outros são capazes de receber elétrons. Quando isto ocorre o
número de cargas positiva e negativa que eram iguais se torna diferente e o
átomo passa a possuir uma carga elétrica. O átomo tem excesso ou falta de
elétrons. O corpo com excesso de elétrons passa a ter carga com polaridade
negativa, e o corpo com falta de elétrons terá uma carga com polaridade
positiva. Assim, cargas elétricas iguais se repelem cargas opostas se atraem.
Atração e repulsão de cargas.
Adaptação
de: SPALDING, DA FONSECA & PÉREZ, 2014, p.10.
|
5ª
ETAPA: Cargas elétricas
Ø Apresentar uma breve exposição oral do funcionamento
da atividade realizada.
Ø Discutir em grande grupo sobre o funcionamento dos
eletroscópios.
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6ª ETAPA:
Questionário sobre acidentes elétricos
|
Responda junto com sua família se já
ocorreu com algum de vocês:
|
||||
Situação
sobre acidentes elétricos
|
Muitas
vezes
|
Poucas
vezes
|
Uma
vez
|
Nunca
|
Já
presenciou alguém recebendo choque
elétrico?
|
||||
Já
encostou a mão ou objeto em
contato com a rede elétrica recebendo o choque elétrico?
|
||||
Já
soube identificar uma causa do
choque elétrico?
|
||||
Já
se encostou à tomada recebendo o
choque?
|
||||
Já
se encostou ao poste de alumínio e
recebeu o choque?
|
||||
Já
se encostou à cerca elétrica
recebendo o choque?
|
||||
Já
se encostou a outra pessoa que
estava recebendo o choque elétrico?
|
||||
Já
se encostou à antena da televisão
que estava em contato com a rede elétrica recebendo o choque?
|
||||
Já
recebeu o choque ao Ligar/desligar
eletrodomésticos com o piso molhado?
|
||||
Já
recebeu o choque ao Ligar/desligar
eletrodomésticos com as mãos molhadas?
|
||||
Já
recebeu o choque ao Ligar/desligar
eletrodomésticos com os pés descalços?
|
||||
Já
recebeu o choque pelo hábito de
molhar o dedo para verificar a temperatura do ferro elétrico?
|
||||
Já
recebeu o choque ao uso das costas
das mãos para testes de ausência de tensão?
|
||||
Já
recebeu o choque ao ligar/desligar
o aparelho diretamente no plug?
|
||||
Já
recebeu o choque ao retirar o plug
da tomada puxando pelo fio?
|
||||
Já
recebeu o choque ao substituir
lâmpadas com a instalação elétrica ligada?
|
||||
Já
recebeu o choque ao pisar em fio
de extensão exposto no chão?
|
||||
Já
recebeu o choque ao fazer reparos
utilizando objetos metálicos?
|
||||
Já
recebeu o choque ao descascar
extremidade de fio de aparelhos para ligá-los à tomada?
|
||||
Já
recebeu o choque ao utilizar
eletrodomésticos nas proximidades de pias na cozinha?
|
||||
Já
recebeu o choque ao utilizar
eletrodomésticos dentro do banheiro?
|
||||
Já
recebeu o choque ao não
desconectar da tomada o aparelho antes de limpá-lo?
|
||||
Já
recebeu o choque ao usar
derivadores (Benjamins ou “T”) e/ou extensões?
|
||||
Já
recebeu o choque ao mudar a
temperatura do chuveiro com o registro ligado?
|
||||
Você
mantém fusível ou disjuntor de reserva?
|
||||
3ª AULA
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Tempo
estimado: 1Hora/aula
|
Material
necessário: Computador,
projetor, conexão à internet, 20 cm
de cano PVC, flanela, eletroscópio de folhas, motor elétrico v, manivela,
lâmpada LED, multímetro, texto individual de apoio 4.
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1ª
ETAPA:
Corrente elétrica
Ø Assistir vídeo sobre os tipos de corrente elétrica e
a DDP.
VÍDEO:
|
2ª
ETAPA: DDP
Ø Realizar uma atividade colaborativa em dois pequenos
grupos sobre cargas elétricas;
Ø Oferecer os materiais para o grupo 1 confeccionar um
eletroscópio de folhas (experimentando a estática com régua e flanela) e o
grupo 2 um circuito elétrico (motor elétrico acionado por manivela acende uma
lâmpada LED)e experimentarem a geração da DDP;
Ø Verificar a tensão gerada por meio do multímetro
(conceituar voltagem, Amperagem, DDP e corrente elétrica);
|
3ª
ETAPA: Lei de Coulomb
Ø Apresentar uma breve exposição oral, explicando com
aspectos mais gerais, da atividade experimental realizada pelos dois grupos;
Ø Discutir em grande grupo sobre a definição de
corrente elétrica e o funcionamento básico do multímetro;
Ø Disponibilizar um texto de apoio sobre as correntes
elétricas e DDP aos participantes.
|
TEXTO DE APOIO 4:
|
CAMPO
ELÉTRICO
Toda carga elétrica tem capacidade de exercer força
sobre outra carga elétrica. Isto se faz presente no campo eletrostático que
envolve cada corpo carregado. Quando corpos com polaridades opostas são
colocados próximos um do outro, o campo eletrostático se concentra na região
compreendida entre eles. Se um elétron for abandonado no ponto no interior
desse campo, ele será repelido pela carga negativa e atraído pela carga
positiva.
DIFERENÇA
DE POTENCIAL (D.D.P.)
Em virtude da força do seu campo eletrostático, uma
carga é capaz de realizar trabalho ao deslocar outra carga por atração ou
repulsão. Essa capacidade é chamada de potencial elétrico. Cargas diferentes
produzem uma d.d.p. (diferença de potencial). A soma das diferenças de
potencial de todas as cargas do campo eletrostático é conhecida como Força
Eletromotriz (F.E.M.). A sua unidade fundamental é o Volt. A diferença de
potencial é chamada também de Tensão Elétrica. A tensão elétrica é
representada pela letra E ou U.
Adaptado
de: SPALDING, DA FONSECA & PÉREZ, 2014, p.24.
CORRENTE
ELÉTRICA
Determinados materiais, quando são submetidos a uma
fonte de força eletromotriz, permitem uma movimentação sistemática de
elétrons. É este fenômeno que é denominado de corrente elétrica. Esses
materiais são condutores. Pode-se dizer, então que cargas elétricas em
movimento ordenado formam a corrente elétrica, ou seja, corrente elétrica é o
fluxo de elétrons em um meio condutor. A corrente elétrica é representada
pela letra Ι e sua unidade fundamental é o Ampère. Define-se 1A como sendo deslocamento de 1 C (6,25×10 e)
um condutor durante um intervalo de 1 s.
|
4ª AULA
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Tempo estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: Computador e projetor, simuladores
Phet (Faraday), conexão
à internet,
Google Drive, software Algodoo
(repulsão e atração), maquete de uma
casa, lâmpadas de LED, placas solares fotovoltaicas, alavanca, motor de baixa
rotação, tomada de 10 A, carregador de celular, alavanca, motor e lâmpada de
voltagem similar, hélice (cooler),
motor elétrico, lâmpada de LED, batatas, Folha de Eva, vinagre, moedas de cobre, arruelas de zinco, fio fino de
cobre e texto individual de apoio 5.
|
1ª ETAPA: Faraday e solenóides
Ø Apresentar uma situação-problema abordando as
simulações computacionais do PHET (https://phet.colorado.edu/pt_BR/) de solenóides e o princípio de Faraday.
|
2ª ETAPA: Conversão de energia
Ø Organizar quatro grupos para atividade procedimental
Ø Orientar os grupos que realizarão experimentos
colaborativos de diferentes usinas para geração de eletricidade de corrente
elétrica.
Ø Grupo 1: Experimentará a geração de energia solar
para a iluminação interior de uma casa (utilizando a maquete de uma casa,
lâmpadas de LED e placas solares fotovoltaicas).
Ø Grupo 2: Experimentará um dínamo, ou gerador de
energia manual para carregar a bateria de um celular (utilizando uma
alavanca, um motor 110 v de baixa rotação, uma tomada de 10 A e um carregador
de celular).
|
Ø Grupo 3: Experimentará um dínamo, ou gerador de
energia manual para o funcionamento de uma lâmpada de LED (utilizando uma
alavanca, um motor e uma lâmpada de voltagem similar).
Ø Grupo 4: Experimentará um gerador de energia eólica
(utilizando uma hélice, motor elétrico e uma lâmpada de LED). VÍDEO MOTOR MAGNÉTICO:
|
3ª ETAPA: Construindo uma pilha
Ø Realizar o procedimento experimental da construção
de uma pilha de corrente contínua (utilizando batatas, discos de Eva,
vinagre, moedas de cobre, arruelas de zinco e fio fino de cobre).
Ø Aferir a produção de energia elétrica com o uso do
voltímetro.
|
4ª ETAPA: Corrente alternada e corrente contínua
Ø Apresentar uma breve exposição oral, explicando com
aspectos mais gerais, a sua compreensão a cerca da atividade realizada.
Ø Discutir em grande grupo, mediado pelo professor,
sobre a geração de corrente elétrica alternada e o funcionamento da pilha de
corrente contínua de batatas.
Ø Entregar aos alunos um texto de apoio sobre o
conteúdo trabalhado.
|
TEXTO DE APOIO 5:
|
|
GERADOR DE CORRENTE
ELÉTRICA
Um gerador de corrente elétrica é um
dispositivo capaz de criar e manter uma d.d.p. entre dois pontos de um
circuito. É essa d.d.p. que fornece a energia que mantém o movimento das
cargas elétricas que constituem a corrente elétrica. Para “transportar” uma
carga de um ponto a outro, o gerador realiza um trabalho sobre ela. A razão
entre o trabalho (W) realizado e a carga transportada mede a capacidade do
gerador de levar cargas dos potenciais mais baixos para potenciais mais
baixos. Essa razão é a Força Eletromotriz (fem) do gerador representado pela
letra “E”. Assim:
A força
eletromotriz do gerador é sempre constante, pois ela não depende da corrente
elétrica que atravessa.
Modelo
geração de energia elétrica alternada
Fonte: HTTPS://goo.gl/1iEBAm
|
BATERIA
Em experimentos com o que ele chamava
de eletricidade atmosférica,
Galvani descobriu que uma perna de rã poderia se contrair quando presa por um
gancho bronze em uma treliça de aço. Outro italiano, Alessandro Volta,
afirmou que o bronze e o aço, separados por um tecido úmido de rã, geravam eletricidade, e que a perna de rã era
apenas um detector.
Em 1800, Volta conseguiu
amplificar o efeito pelo empilhamento de placas feitas de cobre, zinco e
papelão úmido respectivamente e fazendo isto ele inventou a bateria.
Uma bateria separa cargas elétricas
através de reações químicas. Se a carga é removida de alguma forma, a bateria
separa mais cargas, transformando energia química em energia elétrica.
Uma bateria pode produzir cargas, por
exemplo, para forçá-las através do filamento de uma lâmpada incandescente.
Sua capacidade para realizar trabalho
por reações elétricas é medida em Volt, unidade nomeada por Volta.
Um volt é igual a 1 joule de trabalho ou energia por cada Coulomb
de carga. A capacidade elétrica de uma bateria para realizar trabalho é
denominada Força Eletromotriz, ou fem.
|
5ª AULA
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Tempo
estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: Computador, projetor e conexão à internet.
|
1ª
ETAPA:
Custo ambiental da conversão de energia
Ø Problematizar para os alunos um cenário futurista de
condições ambientais muito degradadas pela ação do homem;
Ø Assistir o documentário sobre uma carta escrita por
um homem do ano de 2070 relacionando as possibilidades de vida no planeta
Terra após tantos anos de destruição. VÍDEO:
Carta para 2070
|
2ª
ETAPA: Pesquisa conversão energética
Ø Dividir os alunos em seis grupos para realizarem uma
pesquisa conceitual na sala multimídia;
Ø Pesquisar informações sobre os recursos tecnológicos
empregados nas diferentes usinas geradoras de energia elétrica;
Ø Investigar e
preencher uma ficha com os nomes dos alunos participantes do grupo, a forma
de produção de eletricidade (Eólica, Solar, Nuclear, Biomassa, Termoelétrica
e Hidrelétrica), os produtos liberados como resíduos dessa instalação e os
efeitos biológicos e ambientais das diferentes usinas geradoras.
|
Tabela de geração de energia elétrica e custo ambiental.
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||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
3ª ETAPA: Impactos ambientais
Ø Apresentarem uma breve exposição oral, por grupos,
explicando com aspectos mais gerais, sobre os resultados encontrados dos
tipos de impactos ao planeta de cada tipo de instalação.
Ø Discutir no grande grupo, mediado pelo professor,
sobre a poluição provocada pelas diferentes formas de geração de energia
elétrica.
Ø Questionar quais os efeitos biológicos dos tipos de
impacto ambiental de cada usina.
Ø Realizar comparação da produção de menor e maior
prejuízo ambiental.
Ø Refletir sobre alternativas que permitam a
sustentabilidade da população humana na Terra.
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6ª AULA
|
Tempo
estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: Computador, projetor, conexão à internet,
carregador de celular, interruptor,
fios, lâmpada LED, multímetro, materiais isolantes elétricos, materiais
condutores elétricos, disjuntor, palha de aço e texto individual de apoio 6.
|
1ª
ETAPA: Corrente elétrica
Ø Evidenciar a aplicação da eletricidade como um
importante recurso tecnológico da nossa sociedade.
Ø Problematizar sobre a sua operacionalização;
Ø Questionar COMO e POR QUE
acontece;
Ø Permitir os alunos realizarem simulações
computacionais (https://phet.colorado.edu/pt_BR/) e indagando sobre o que conhecem acerca dos
componentes e funcionamento dos aparelhos eletrônicos empregados no cotidiano
(http://www.proativa.vdl.ufc.br/oa/eletrizante/).
|
2ª
ETAPA: Circuitos elétricos
Ø Realizar procedimentos experimentais da montagem de
circuitos elétricos acionando uma lâmpada de LED;
Ø Questionar COMO e POR QUE
acontece;
Ø Conceituar voltagem, corrente elétrica, interruptor,
série, paralelo.
|
3ª ETAPA: Resistividade elétrica
Ø Realizar aferição da voltagem do circuito elétrico
utilizando o multímetro;
Ø Experimentar diferentes materiais condutores e
isolantes no circuito elétrico;
Ø Questionar COMO e POR QUE
alguns materiais conduzem eletricidade;
Ø Conceituar que a resistividade elétrica de alguns
materiais aciona o circuito elétrico (conceituando condutores e isolantes).
|
4ª ETAPA: Protegendo o circuito elétrico
Ø Questionar sobre a possibilidade dos dispositivos de
segurança nos componentes do circuito elétrico;
Ø Questionar COMO e POR QUE
acontece;
Ø Aplicar um disjuntor e conceituar o procedimento de
operação do fusível;
Ø Disponibilizar o texto individual de apoio 6 sobre o
conteúdo abordado.
|
TEXTO DE APOIO 6:
|
RESISTIVIDADE ELÉTRICA
Define-se
resistência como sendo a capacidade de um fio condutor ser opor a passagem de
corrente elétrica através de sua estrutura. Verifica-se experimentalmente que
a resistência elétrica de um resistor depende do material que o constitui e
de suas dimensões. Para simplificar a
análise dessas dependências, vamos considerar que os condutores tenham a
forma de um fio cilíndrico como mostra a figura abaixo. Esta é a forma
largamente utilizada tanto na transmissão de energia elétrica como na
construção de resistores.
RESISTOR ELÉTRICO
A energia
elétrica pode ser convertida em outras formas de energia. Quando os elétrons
caminham no interior de um condutor, eles se chocam contra os átomos do
material de que é feito o fio. Nestes choques, parte da energia cinética de
cada elétron se transfere aos átomos que começam a vibrar mais intensamente.
No entanto, um aumento de vibração significa um aumento de temperatura. O
aquecimento provocado pela maior vibração dos átomos é um fenômeno físico a
que damos o nome de efeito joule. É devido a este efeito joule que a lâmpada
de filamento emite luz. Inúmeras são as aplicações práticas destes fenômenos.
Exemplos: chuveiro, ferro de engomar, ferro elétrico, fusível, disjuntor
elétrico, etc. O efeito joule é o fenômeno responsável pelo consumo de
energia elétrica do circuito, quando essa energia se transforma em calor. O
componente que realiza essa transformação é o resistor, que possui a
capacidade de se opor ao fluxo de elétrons (corrente elétrica).
|
7ª AULA
|
Tempo estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: fichas de jogo e texto individual de apoio 7.
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1ª ETAPA: dinâmica
RPG
Ø Organizar o pré-jogo com os participantes
Ø Atribuições iniciais do jogo.
Ø Apresentar a proposta aos jogadores e esclarecer as
regras do jogo.
Ø Em seguida organizamos a turma em cinco grandes
grupos (as classes dos personagens) e distribuímos as fichas de cada atuação
aos alunos.
|
2ª ETAPA: Interpretando personagens
Ø Após preencherem as fichas o jogo se desenvolve e os
alunos terão duas opções de interpretação:
1- Individualmente dentro dos grupos;
|
FICHA DO
PERSONAGEM
|
Nome do jogador:___________________________________
Nome do personagem:_______________________________
Classe:
( ) Capitalista( ) Ambientalista ( ) Minoria Social ( ) Cientista ( ) Mídia
Idade:____________ Função:______________________
Estado físico (como a idade o afeta):____________________
Como é sua família? ________________________________
_________________________________________________
Qual foi a coisa que seu personagem mais se envergonhou aos fazer?
_________________________________________________
_________________________________________________
Qual a melhor coisa que seu personagem já fez?
_________________________________________________
_________________________________________________
Qual seu maior sonho? ______________________________
_________________________________________________
Observações:______________________________________
_________________________________________________
|
TEXTO DE APOIO 7:
|
O
QUE É RPG:
O Role-playing game
(RPG) é inicialmente um jogo que envolve a imaginação de seus jogadores,
empregando uma técnica a partir de uma situação problema, com o intuito de
resolver conflitos e adquirir experiência (XP). Nessa dinâmica os
participantes interpretam seus personagens baseados no contexto específico,
um período histórico ou uma realidade fantástica pré-definida. Improvisando
suas ações, numa espécie de teatro, embora sem um texto pré-definido, desse
modo, contribuindo na construção de cidadãos mais qualificados e participativos
(SAMAGAIA & PEDRUZZI, 2004, p. 260). Um dos jogadores é denominado de
mestre ou narrador, guiando os demais, controlando as regras e a história
propriamente dita. O mestre do jogo narra as situações para os jogadores que,
por sua vez, tomam as decisões para seus personagens, cada um na sua rodada
de participação. Após as decisões dos jogadores o mestre ainda trás as
conseqüências dessas ações para os personagens. Aplicando o RPG como
ferramenta educacional possibilita aos participantes uma atividade
interdisciplinar com a história, entre outros conteúdos, pela dramatização
pautada da dualidade entre discurso e prática, discernindo o ilusório
(político) do verdadeiro (real) na abordagem CTS. Atualmente é indicado pelo
MEC como meio de estímulo e criatividade, Sendo o RPG adotado nas salas de
aula no estado de São Paulo (Jornal Estado de São Paulo, 7 de Agosto de
2004).
|
ORIGEM
DO RPG:
O jogo no estilo RPG surgiu na década
de 70, denominado Dungeons &
Dragons, apresentava livros base de cinco níveis, descrevendo os reinos,
suas criaturas míticas, magias permitidas, itens mundanos, tesouros e
personagens disponíveis para os jogadores. Dando origem ao desenho animado de
mesmo nome. Em sua evolução de níveis e complexidade surgiu o AD&D
(Advanced Dungeons & Dragons) com uma realidade aumentada até o vigésimo
nível e propiciando mais aventuras. Também foi levado ao cinema na trilogia O senhor dos Anéis, entre outros
títulos e atualmente existem diversos games (GTA inclusive) que utilizam a
plataforma de jogo baseada no estilo RGP.
|
AS
REGRAS DO JOGO:
Para que o jogo transcorra é preciso
que existam regras. Entretanto, as regras servem para fluir o jogo e não
devem atrapalhar a dinâmica do RPG. Para ações aleatórias podem ser lançados
dados, par ou ímpar, ou ainda pedra, papel e tesoura. É muito importante que
os jogadores e o mestre aceitem as regras e que sejam justas para todos.
|
O
CENÁRIO DO JOGO:
A escolha do cenário se faz necessário
para definir uma temática, será o contexto em que se desenrolará o jogo,
definido previamente de acordo com o objetivo estipulado pelo professor.
Nessa ambientação utilizaremos o ano de 2070, na implementação de usinas
termoelétricas em larga escala, permitindo inúmeras possibilidades de
abordagem CTS, onde as tecnologias poderão ser fantásticas, ou não, sendo a
única limitação a criatividade de seus jogadores.
|
O
MESTRE:
É um jogador também, que cria e
controla o jogo. Narra a história e interpreta os personagens que não são dos
jogadores (outras pessoas do mundo fantasia), permitindo, assim, uma dinâmica
flexível de jogo que pode variar bastante, principalmente por envolver a
imaginação. Para tanto, é necessário que se prepare bem, conhecendo o cenário
para apresentar aos jogadores, controlar as regras, discussões e as rodadas
de cada jogador. Enfim, manter o equilíbrio do jogo.
|
PERSONAGENS
DO JOGO:
Serão criados e controlados pelos
jogadores, cada um terá apenas um personagem, ao qual deverá utilizar sua
imaginação para caracterizar seus traços de personalidade, diferenciando
jogador de personagem. Nesse jogo serão divididos os alunos em cinco grupos
(classes) e cada grupo será formado por:
1. Empresário/governo (interesse capitalista);
2. Ambientalista/licenciador (interesse
conservacionista);
3. Tecnocratas, cientistas (interesse
progressista);
4. População Local (Pessoas atingidas);
5. Imprensa (Informativa).
|
DINÂMICA
DO RPG:
|
Pré-jogo:
Ø Inicialmente apresentar a proposta aos
jogadores com alguns esclarecimentos sobre sua dinâmica de jogo. Em seguida
distribuir a turma em cinco grupos (classes) e distribuir as fichas de cada
atuação dos personagens.
1.
Empresário/governo;
É uma classe capitalista dominante
responsável pelas decisões que envolvem a implementação de novas tecnologias
e a elaboração de leis, possuem uma constante preocupação em alcançar maiores
faturamentos /arrecadação de impostos. São os grandes empresários,
investidores, pessoas da alta cúpula do governo e políticos em geral.
2.
Ambientalista/licenciador;
São responsáveis pela conservação do
meio ambiente natural, repudiam poluição e impactos ambientais, desejam mais
reservas naturais de proteção ambiental, parques, praças, ruas arborizadas e
tecnologias limpas. São organizações não-governamentais (ONGs) nacionais (SOS
Mata Atlântica) e internacionais (WWF, GREENPEACE), órgãos públicos de
licenciamento ambiental (Secretaria de Meio Ambiente, SEMA, IBAMA, FEPAM),
empresas ecologicamente corretas (Selo Verde, Orgânicas), naturalistas,
vegetarianos e pessoas adeptas de uma vida ligada à mãe natureza.
|
3.
Tecnocratas, cientistas;
Representam o interesse progressista
acima de qualquer coisa, desejam novas tecnologias, realizam pesquisas
patrocinadas por grandes empresas e querem vender seus produtos. Vivem
isolados da sociedade trabalhando em laboratórios de pesquisa e possuem as
informações e os conhecimentos. São os técnicos e os cientistas fundadores
das inovações.
4.
População Local;
Representam as pessoas atingidas pelos
impactos das decisões dos capitalistas. São as pessoas
trabalhadores/moradores da proximidade, um grupo de minoria social e pouca
representação social.
5.
Imprensa.
São os meios de informação, as mídias
que devem buscar informações entre os demais grupos de forma a dinamizar o jogo.
Preparam o jornal local Inicialmente de forma imparcial baseado nos
acontecimentos da aula. São os jornalistas, radialistas, redatores, editores,
blogueiros, entre outros.
|
Parte
2: o jogo:
Os alunos terão duas opções de
interpretação:
1- Individualmente dentro dos grupos;
2- Em trios ou mais e interpretam um
personagem.
|
Mais do que perceber que o
desenvolvimento CTS é regido por interesses econômicos da classe capitalista,
também é importante aos alunos perceber como as classes sociais são atingidas
pelas decisões do desenvolvimento e o mestre deve estimular uma forma do
grupo das minorias sociais realizar algum tipo de mecanismo/pressão política.
Na tentativa de influenciar a decisão dos capitalistas, podendo o grupo da
mídia auxiliar nesse objetivo.
|
Na etapa final da dramatização se
revelam as resoluções de cada segmento representado no jogo pelos alunos.
1. Analisar os resultados dos
tecnocratas;
2. Analisar as licenças ambientais;
3. Analisar as vantagens
capitalistas;
4. Apresentar a interpretação da
minoria social;
5. Decisão CTS.
|
Interelações
das classes na dinâmica RPG.
8ª AULA
|
|||||||||||||||||||||
Tempo
estimado: 1Hora/aula
|
|||||||||||||||||||||
Material necessário: Computador com acesso à internet
e projetor.
|
|||||||||||||||||||||
1ª
ETAPA:
Cadastramento de e-mail dos alunos
Ø Cadastramento de e-mail
dos alunos participantes;
Ø Acessando a
página inicial do site de buscas Google
e no botão login do canto superior
direito da tela, clicando em criar nova conta. Os dados necessários são nome,
sobrenome, escolha de nome de usuário (que não exista ainda no cadastro da Google), data de nascimento (idade
superior aos dezoito anos), sexo, sendo desnecessário o número de celular e o
endereço de E-mail atual, confirmar
a opção que você não é uma máquina, digitar o texto com o número que aparece
na imagem, escolher o local (Brasil) e confirmar a opção que concorda com os
termos de serviço e a política de privacidade do Google. Finalizada a resposta basta clicar em próxima etapa.
|
|||||||||||||||||||||
Cadastramento de e-mail dos alunos
|
|||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||
9ª AULA
|
Tempo estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: Computador, projetor e acesso à internet
e texto de apoio 8.
|
1ª ETAPA: Custo ambiental da conversão de energia
Ø Em duplas, Os alunos serão advertidos, previamente o
acesso aos computadores, para realizarem apenas as tarefas orientadas pelo
professor, evitando acessar redes sociais e sites alheios à pesquisa
proposta.
Ø O primeiro tópico da pesquisa abordará acidentes
elétricos, buscando informações acerca dos principais tipos, sintomas e a
possibilidade de queimaduras de quarto grau. Após a busca e organização das
informações principais os alunos devem enviar uma mensagem de e-mail para uma conta criada para as
aulas que será administrada pelo professor com o resultado de sua pesquisa.
|
2ª ETAPA:
Ø Na segunda etapa da aula os alunos realizarão uma
pesquisa sobre dicas importantes para a redução do consumo de energia
elétrica.
Ø Após a busca e organização das informações
principais os alunos devem enviar uma mensagem de E-mail para uma conta criada para as aulas que será administrada
pelo professor com o resultado de sua pesquisa.
|
3ª ETAPA:
Na terceira etapa da aula os alunos receberão um texto de apoio sobre
como agir em caso de acidentes com choque elétricos (Fonte: KINDERSLEY,1996,
p. 8).
|
TEXTO DE APOIO 8:
|
CHOQUE ELÉTRICO:
É a passagem de corrente elétrica pelo
corpo humano originando efeitos fisiológicos graves ou até mesmo a morte do indivíduo.
A condição básica para se levar um choque é estar sob uma diferença de
potencial (D.D.P), capaz de fazer com que circule uma corrente tal que
provoque efeitos no organismo.
● Em contato com fio descascado, alta
tensão, máquina de lavar roupa, levando a óbito;
● Fio descascado, trocar lâmpada e no
banho;
● Manuseio do ferro de passar roupa de
forma inadequada;
● Ao manusear equipamento tecnológico
(máquina de lavar roupa, liquidificador, enceradeira, som) inadequadamente.
|
EFEITOS
FISIOLÓGICOS DA CORRENTE ELÉTRICA:
TETANIZAÇÃO : é a paralisia muscular provocada
pela circulação de corrente através dos nervos que controlam os músculos. A
corrente supera os impulsos elétricos que são enviados pela mente e os anula,
podendo bloquear um membro ou o corpo inteiro, e de nada vale nestes caso a
consciência do indivíduo e a sua vontade de interromper o contato.
PARADA RESPIRATÓRIA : quando estão envolvidos na tetanização
os músculos dos pulmões, isto é , os músculos peitorais são bloqueados e pára
a função vital da respiração. Isto se trata de uma grave emergência , pois
todos nós sabemos que o humano não agüenta muito mais que 2 minutos sem
respirar.
QUEIMADURAS : a corrente elétrica circulando pelo
corpo humano é acompanhada pelo desenvolvimento de calor produzido pelo
Efeito Joule, podendo produzir queimaduras em todos os graus , dependendo da
intensidade de corrente que circular pelo corpo do indivíduo. Nos pontos de
contato direto a situação é ainda mais crítica, pois as queimaduras
produzidas pela corrente são profundas e de cura mais difícil, podendo causar
a morte por insuficiência renal.
FIBRILAÇÃO VENTRICULADA
: a corrente
atingindo o coração, poderá perturbar o seu funcionamento, os impulsos
periódicos que em condições normais regulam as contrações (sístole) e as
expansões(diástole) são alterados e o coração vibra desordenadamente(perde o
passo). A fibrilação é um fenômeno irreversível que se mantém mesmo depois do
descontato do indivíduo com a corrente, só podendo ser anulada mediante o
emprego de um equipamento conhecido ''desfibrilador''
|
ACIDENTES COM CHOQUES
ELÉTRICOS
COMO AGIR:
É importante, após qualquer acidente,
que você mesmo não se torne uma vítima, na tentativa de ajudar a pessoa
ferida. Alguns incidentes são particularmente perigosos. A vítima pode ainda
estar em contato com eletricidade. Você deve tomar as precauções que se
seguem:
CHOQUE ELÉTRICO:
Se a
vítima ainda está em contato com eletricidade, interrompa a corrente
imediatamente, desligando a chave geral ou puxando o fio da tomada. Se isso
não for possível, afaste a vítima da corrente. Pisando sobre uma superfície
seca – um pedaço de madeira, um jornal dobrado ou um tapete de borracha –
livre a vítima do contato elétrico, com cuidado e rapidez, usando o cabo de
uma vassoura de madeira ou material similar. Evite tocar superfícies ou
objetos úmidos ou molhados, pois a água é condutora de eletricidade. Não
pense em ministrar os primeiros socorros até que o contato com a eletricidade
tenha sido interrompido.
IMPORTANTE:
A
eletricidade de cabos aéreos ou de instalações industriais é muito mais forte
do que a doméstica. Se a vítima estiver tocando esses cabos ou nas
proximidades deles, é impossível ministrar os primeiros socorros e muito
perigoso aproximar-se dela, antes que a corrente tenha sido interrompida.
Mantenha-se a 18 metros da vítima e chame a Polícia (190) ou o Corpo de
Bombeiros (193).
|
Fonte: KINDERSLEY, Dorling. Guia
ilustrado de Primeiros Socorros. São Paulo: Nova Cultural, 1996, P.
8.
|
10ª AULA
|
Tempo estimado: 1Hora/aula
|
Material necessário: Computador, projetor, conexão à internet e
questionário individual final disponível nos formulários Google.
|
1ª ETAPA: Custo ambiental da conversão de energia
|
GARANTIA
DE SIGILO DAS INFORMAÇÕES:
Ø Para
garantia do resguardo das informações dadas em confiança e da proteção contra
a identificação dos alunos participantes.
Ø Os alunos receberão
um número (código) para utilização no questionário inicial e final.
|
QUESTIONÁRIO
INDIVIDUAL FINAL:
|
QUESTIONÁRIO FINAL
DISPONIVEL NOS FORMULÁRIOS Google
(HTTPS://goo.gl/c3bvVx)
|
Código: _________________
|
Escreva o que você entendeu
|
O que é eletricidade?
|
Como é produzida a corrente
elétrica?
|
Para que serve o selo ambiental dos
aparelhos eletrônicos?
|
Escreva uma dica de economia
de energia elétrica:
|
O que acontece com o corpo
humano em um acidente elétrico?
|
A geração de corrente
elétrica pode ter algum custo ambiental?
|
Como o desperdício de energia elétrica
pode prejudicar o planeta?
|
Qual usina de geração de energia
elétrica é menos poluente?
|
Cite
alguns prejuízos/malefícios causados pela energia elétrica:
|
Dê uma sugestão
alternativa para geração de energia elétrica:
|
2ª ETAPA: Organizando o folder
|
3ª ETAPA: Divulgando o material
Ø A terceira etapa será a impressão para divulgação do
material produzido pelos alunos (folder)
sobre os importantes cuidados com a eletricidade que deverão entregar na
comunidade. Realizando a distribuição nas residências que percorrem no
caminho entre a escola e sua casa.
|
REFERENCIAS
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p. 3680-3684, 2013.
APÊNDICE
CARTAS DO JOGO DE RPG
OBJETIVO
|
Empresário/governo
|
É uma classe capitalista dominante
responsável pelas decisões que envolvem a implementação de novas tecnologias
e a elaboração de leis. São os grandes empresários, investidores, pessoas da
alta cúpula do governo e políticos em geral.
O objetivo é aumentar o seu lucro,
ampliando seu faturamento/arrecadação de impostos, defende os interesses dos
empresários com o pretexto do desenvolvimento da região e aumento de
empregos.
Não se relaciona com as demais classes
em temas alheios ao capitalismo neoliberal.
|
OBJETIVO
|
Ambientalista/licenciador
|
São organizações não-governamentais
(ONGs) nacionais (SOS Mata Atlântica) e internacionais (WWF, GREENPEACE),
órgãos públicos de licenciamento ambiental (Secretaria de Meio Ambiente,
SEMA, IBAMA, FEPAM), empresas ecologicamente corretas (Selo Verde,
Orgânicas), naturalistas, vegetarianos e pessoas adeptas de uma vida ligada à
mãe natureza.
Seu objetivo é a conservação do meio
ambiente natural, repudiando grandes impactos ambientais e a poluição. Deve reivindicar reservas naturais de
proteção ambiental, mais parques, praças, ruas arborizadas e apoiar
tecnologias limpas.
|
OBJETIVO
|
Tecnocratas, cientistas
|
São os técnicos e os cientistas
fundadores das inovações tecnológicas. Possuem as informações e os
conhecimentos da usina. Representam o interesse progressista acima de
qualquer coisa.
Seu objetivo é desenvolver novas
tecnologias de geração de eletricidade e vender seus produtos para quem
financiar seus projetos. Realizam pesquisas patrocinadas por grandes empresas e vivem
isolados da sociedade trabalhando em laboratórios de pesquisa.
|
OBJETIVO
|
População Local
|
Representam as pessoas atingidas pelos
impactos das decisões dos capitalistas. São as pessoas
trabalhadores/moradores das proximidade da usina, um grupo de minoria social
e pouca representação social.
Seu objetivo é desenvolver estratégias
de mobilização e não aceitar todas as decisões das demais classes.
Podem realizar movimentações de
passeatas, caminhadas, abaixo-assinados, pressionando nas decisões políticas
e defender seus interesses de forma consciente.
|
OBJETIVO
|
Imprensa
|
São os meios de informação, as mídias
que buscam informações entre os demais grupos de forma a dinamizar o jogo. São
os jornalistas, radialistas, redatores, editores, blogueiros, entre outros.
Seu objetivo é preparar o jornal local
com as movimentações das demais classes nas rodadas. Pode publicar as informações de forma
imparcial e justa. Informando os acontecimentos das rodadas com seriedade ou
beneficiando determinada classe mas justificando a preferência.
|
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